Agradeço, com alegria, aos
autores que doaram exemplares de
Palavras de abril
Para o Memorial da Cultura - ALPAS XXI e para divulgação em instituições culturais, como
Escolas, Universidades e Embaixadas.
Ilda Maria Costa Brasil
Asher G. Brum Pereira
Alba Pires Ferreira
Salete Rasia
Márcia Ivanovich
A edição de Palavras de abril está esgotada.
Abraços,
Rozelia Scheifler Rasia
Escrito por palavras.abril às 17h42
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Veja fotos do Lançamento de Palavras de abril
em: http://alpasxxi.nafoto.net
Escrito por palavras.abril às 17h47
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Notícias e comentários sobre os lançamentos de:
Coletânea ‘Palavras de abril’ com autores de diversos países
Novella ‘Aquellos ojos grises’ de Antonio Gualda Jimenez - Espanha
http://gualda.galeon.com/id231.htm - Granada - Espanha
http://gualda.galeon.com - Granada - Espanha
www.sanesociety.org/pt/nadir (Sane Society - Vitoria-Gasteiz - Álava – Espanha)
http://site.pop.com.br/nadir2003 - Porto Alegre - Brasil
http://www.lacoctelera.com/nadirsilveiradias - Madrid - Espanha
http://alpas.palavrasdeabril.zip.net
http://alpasxxi.nafoto.net
http://alpasxxi.literatura.zip.net
Escrito por palavras.abril às 17h45
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Lançamento da Coletânea
Palavra de Abril
em homenagem a Nadir Silveira Dias
e
AQUELLOS OJOS GRISES
(Novela corta)
Antonio GUALDA JIMÉNEZ
Granada - Espanha
Veja a capa desta novela e informações sobre o autor:
http://gualda.galeon.com
Em Porto Alegre - Brasil
Data: 16 de maio de 2008 – 18:30h
Local: Auditório da OAB/RS
Rua dos Andradas, n° 1261, 9° andar, Centro de Porto Alegre – RS
Entre a Avenida Borges e a General Câmara.
Lançamento em Granada - Espanha
No outono de 2008 em local a ser definido por Antonio Gualda Jiménez.
ALPAS XXI / GRÁFICA BERTHIER
Escrito por palavras.abril às 20h38
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Queridos amigos, autores e leitores,
Visitem os endereços virtuais que divulgam a coletânea Palavras de Abril, com poesias, contos e crônicas.
http://site.pop.com.br/nadir2003
http://www.lacoctelera.com/nadirsilveiradias, em Madrid.
http://alpas.palavrasdeabril.zip.net
http://alpasxxi.literatura.zip.net
COMUNIDADE PALAVRAS DE ABRIL
A PALAVRAS DE ABRIL é uma comunidade dedicada a todos os seus participantes e aos poetas e poetisas do Brasil, além de amigos e simpatizantes do exterior.
Ela nasce do próprio título criado pelo autor para a Coletânea de Poesias, Contos e Crônicas da Associação Artística e Literária ‘A Palavras do Século XXI’ – ALPAS XXI, no seu X Concurso Internacional em Português e Espanhol.
O homenageado é jurado da Associação Artística e Literária “A Palavra do Século XXI” – ALPAS XXI, desde o IV Concurso Internacional de Poesias, Contos e Crônicas em Português e Espanhol (Coletânea Estalidos).
Dessa obra coletiva em homenagem ao Jurista, Escritor e Poeta participam autores de todo o Brasil, Peru, Argentina, Canadá, Espanha e Alemanha, segundo informa a Organizadora Rozelia Scheifler Rasia, que apresenta nessa publicação o Símbolo da ALPAS XXI: O BEIJA-FLOR!
Criada em 25 de abril de 2008 – 20h10min.
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=48297224
Parabéns a você e a toda eficiente Equipe da Associação Artística e Literária 'A Palavra do Século XXI' - ALPAS XXI.
Em especial pelo Símbolo ora apresentado: O Beija-Flor, este magnífico espécime representativo da força vital, da onírica e ancestral poética em cores e gestos.
Nadir Silveira Dias
Escrito por palavras.abril às 14h39
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PALAVRAS DE ABRIL E ALPAS XXI NO PORTAL POP SAITE NADIR SILVEIRA DIAS
Prezada Rozelia!
Acabo de acrescentar imagem na minha página do Portal Pop: PALAVRAS DE ABRIL!
Visualizações pelo site
Nadir Silveira Dias Pop - http://site.pop.com.br/nadir2003
Parabéns a você e a toda eficiente Equipe da Associação Artística e Literária 'A Palavra do Século XXI' - ALPAS XXI.
Em especial pelo Símbolo ora apresentado: O Beija-Flor, este magnífico espécime representativo da força vital, da onírica e ancestral poética em cores e gestos.
Parabéns!
Abraços fraternos
Nadir Silveira Dias
Escrito por palavras.abril às 15h22
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Índice da Coletânea 'Palavras de abril'
Homenagens a Nadir Silveira Dias
Alba Pires Ferreira
Cláudio Pinto de Sá
Floreny Ávila Ribeiro
Ludmila Xavier Silveira Dias
Marinês Bonacina
Sílvia Araújo Motta
Poesias
1º lugar - Márcia Sbardelotto – Um poema em cinco luas
2º lugar - Shirley Martins Krebs – Versos e anversos
3º lugar – Laérson Quaresma de Moraes – Fonte da vida
Maria Cristina Drese
Adolfo Silva de Almeida
Alba Pires Ferreira
Alcione Oliveira
Alcione Scortica
Aldemir Lencini
Aníbal Albuquerque
Antônio Francisco Cândido
Antonio Gualda Jiménez
Antônio Vilela Pereira
Beatriz Dutra
Bruno Aírton Pacheco
Candida Papini
Carlos Soares de Oliveira
Carmen Lucia da Silva Cardoso
Cleia Dröse
Clevane Pessoa
Dalvina Ebling
Délcio Freitas
Edinara Leão
Eliseu Oro
Elza Pinto Alemão
Elizabeth Daniel Belzarena
Eneusa Glaci Xavier dos Santos
Euclides Cavaco
Fabiana Fraga da Rosa
Francisca de Carvalho Messa
Geraldo Hamilton de Menezes
Gislaine Canales
Gloria Dávila Espinoza
Ieda T. Guilardi
Ilda Maria Costa Brasil
Joaquim Moncks
Josafá Sobreira
José Moreira da Silva
Josete Maria Vichineski
Lourival Leite Villas-Bôas
Lucia Amberget
Ludmila Xavier Silveira Dias
Manoel do Nascimento Machado
Márcia Friggi
Márcia Sbardelotto
Maria Elena Vizzotto
Maria Neusa de Oliveira
Marisul Giugno
Matusalém Dias de Moura
Miguel Russowsky
Nadir Silveira Dias
Nair Stivanin
Nurimar Bianchi de Mello
Rosane Bastos
Rozelia Scheifler Rasia
Scyla Bertoja
Serafim de Lima Filho
Sergio Martins Pandolfo
Sidarta da Rosa Soares
Sileimann Kalil Botelho
Sílvio Bregalda
Sonia Sobreira
Vilson Quadros Santanense
Tádzio Oswaldo Hofstetter Padoin
Escrito por palavras.abril às 09h23
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Contos
1º lugar – Geraldo Hamilton de Menezes - Suspenda-se a execução.
2º lugar – Condorcet Aranha - Centurião de rosto cenho, o “fidus alcadafe” e sua milícia de celibatários
3º lugar – Suely Eva dos Navegantes Braga - No aeroporto
Alba Pires Ferreira
Alcione Sortica
Asher G. Brum Pereira
Clara Martins Pandolfo
Bruno Resende Ramos
Dulce Pacheco
Eloisa Antunes Maciel
Fernando Batista Berni
Ilda Maria Costa Brasil
Ilma Manso Vieira Mansur
Jaqueline Toffanin-Meese
Karina Araújo Campos
Márcia Friggi
Maria Cristina Drese
Marília Coutinho
Milton J. Pantaleão
Otavio Reichert
Renato Toledo de Campos
Rozelia Scheifler Rasia
Scyla Bertoja
Sérgio Olímpio da Silva Viégas
Sílvia Trevisani
Crônicas
1º lugar – Matusalém Dias de Moura – Flores
2º lugar – Condorcet Aranha – A humanidade é cada dia menos digna
3º lugar – Geraldo Hamilton de Menezes - Ufologia sim, fanatismo não
Anísio Lana
Clevane Pessoa
Fabiana Fraga da Rosa
Ilda Maria Costa Brasil
Ilma Manso Vieira Mansur
José Moreira da Silva
Luiz Jarbas Godoy
Nadir Silveira Dias
Nice Maria Botomé Cousen
Sérgio Martins Pandolfo
Sérgio Olímpio da Silva Viégas
Escrito por palavras.abril às 09h22
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Lançamento da Coletânea ‘Palavras de abril’
E
Premiação dos autores classificados nos concursos literários ALPAS XXI nas edições 2006 e 2007
CERIMONIAL E COMPOSIÇÃO DA MESA
para divulgação nas subseccionais da OAB e núcleos da ALPAS XXI
* Nadir Silveira Dias
CERIMONIAL
Cláudio Pinto de Sá, Cronista, Delegado em Porto Alegre da Associação Artística e Literária ‘A Palavra do Século XXI’ – ALPAS XXI, e Vice-Presidente da Sociedade Partenon Literário; e
Marinês Bonacina, Poetisa, Jornalista, Radialista, Presidente da Casa do Poeta Latino-Americano – CAPOLAT, e integrante da Sociedade Partenon Literário.
COMPOSIÇÃO DA MESA
Dr. Cláudio Pacheco Prates Lamachia, Advogado, Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Sul - OAB/RS;
Dr. Jorge Fernando Estevão Maciel, Advogado, Vice-Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Sul - OAB/RS;
Dra. Sulamita Terezinha Santos Cabral, Advogada, Secretária-Geral da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Sul - OAB/RS;
Dra. Mariza Nonohay, Advogada, Diretora do Departamento Cultural da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Sul - OAB/RS;
Prof. Ms. Rozelia Scheifler Rasia, Poetisa, Presidente da Associação Artística e Literária ‘A Palavra do Século XXI’ – ALPAS XXI;
Prof. Esp. Alba Pires Ferreira, Poetisa, Vice-Presidente Nacional da Associação Artística e Literária ‘A Palavra do Século XXI’ – ALPAS XXI;
Prof. Esp. Ilda Maria Costa Brasil, Poetisa, Vice-Presidente Região Sul da Associação Artística e Literária ‘A Palavra do Século XXI’ – ALPAS XXI;
Dr. Nadir Silveira Dias, Advogado, Escritor e Poeta, Presidente da Sociedade Partenon Literário, Cônsul de Poetas del Mundo do Estado do Rio Grande do Sul e Autor homenageado na ora lançada Coletânea Palavras de Abril;
Dr. José Moreira da Silva, Advogado, Poeta, Presidente da ALGA – Academia Literária Gaúcha; e
Prof. Dalvina Ebling, Poetisa e Autora homenageada no XII Concurso Literário de Poesias, Contos e crônicas.
* Jurista, Escritor e Poeta
Currículo CNPq = Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Nadir Silveira Dias)
http://lattes.cnpq.br/2881602117365181
Escrito por palavras.abril às 09h03
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Mensagens recebidas no Blog:
Lígia Antunes leivas] [liluleivas@yahoo.com.br] A ternura é uma linguagem universal... e aqui a vemos nas linhas, nas entrelinas... enfim, em todos os espaços, sob a forma de flores! Parabéns! Trabalho que enternece qualquer leitor, por mais exigente que ele seja!Beijos, Lígia
[Nadir Silveira Dias] [nadisdias@yahoo.com.br] [http://www.recantodasletras.com.br/autores/nadireditor] Pelo empenho e carinho com as Letras, muita Luz para ti e a operativa Equipe. (E a Lud?) Muito obrigado, Amiga Rozelia!
Nadir Silveira Dias] [nadisdias@yahoo.com.br] Pois é (Como dizia a Dona Ines!), falou, lembrei: Marejação e choração. Obrigado, Floreny!
[Nadir Silveira Dias] [nadisdias@yahoo.com.br] Muita alegria em ter este teu belo e elogioso texto. Contente, contente...! Obrigado, Marinês!
[Nadir Silveira Dias] [nadisdias@yahoo.com.br] De novo, fazes o poeta chorar. Obrigado, muito obrigado, Sílvia!
Nadir Silveira Dias] [nadisdias@yahoo.com.br]
Quem tem amigos tem os céus. Muito obrigado, Cláudio!
Escrito por palavras.abril às 22h34
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Homenagem ao poeta Nadir Silveira Dias
Ludmila Xavier Silveira Dias
Quatro de abril de 1947. Quanto mistério nos reserva esta data! Quisera eu estar lá, para ver se era noite, meio-dia, se havia sol ou se chovia. Para ver o bebê de Piratini, que cresceu em Rio Grande. E quantas surpresas a vida reservou a ele! Com muito trabalho, chegou a postos elevados. E hoje, quase “bem-vindo aos anos 60”, quantas conquistas! E as melhores coisas são as marcas que sua poesia deixa em cada um de nós, leitores.
Pois é difícil não ser capturado pela sua franqueza, emoção pura, versos brancos (coloridos) com as mais sinceras vivências, lirismo e sentimento. E uma das vertentes mais áridas da poesia, o verso livre com temas do cotidiano, é das suas preferidas. E nela passeia com maestria, sem nenhum deslize para o enfadonho narrar do dia-a-dia, que põe a perder muitos versos bem intencionados, mas que se tornam prosa disfarçada em versos, ausente o lirismo. Poesia sem lirismo? Não é com ele. Mais fácil encontrar no conjunto da sua obra uma prosa poética, gênero em que também se destaca.
De grande relevo é a mescla da literatura com crítica política, social e jurídica, sem ofertar texto técnico a quem procura uma prosa leve. Notáveis também seus textos jurídicos, de exímia técnica e aguerrido compromisso com seus ideais.
Quem o conhece, pessoalmente ou através de sua obra (e como ele se revela corajosamente – sem metáforas, sem discursos – poesia sem mistérios, para todos, não só para literatos, como ele mesmo diz), percebe o bom humor e as tiradas engraçadíssimas, a ironia de quem não perdoa nem a si mesmo. Pois bem, algumas dessas tiradas estão reunidas em um pequeno dicionário, que bem poderia se intitular “Para morrer de rir com o Nadir”.
Não posso deixar de mencionar, dentre as suas conquistas, inúmeras premiações que vem recebendo, inclusive no exterior. Os contos e crônicas não fogem ao seu estilo, criativo, divertido e sempre autêntico. Sem contar que além de escritor, agora se aventura também pelo mundo da música, não esquecendo o trabalho que vem realizando pelo associativismo cultural, incentivando novos e consagrados autores, seja como membro, presidente ou jurado das diversas instituições que integra.
De igual maneira, vem participando de forma efetiva durante os eventos alusivos à Semana Farroupilha; palestrando em escolas, em conjunto com pessoas interessadas na difusão da cultura; ofertando textos ao público através de mídias virtuais. Para não correr o risco de esquecer alguma de suas atividades, e com certeza já esquecendo, digo apenas que onde houver arte, música, poesia, literatura ou história, com certeza lá você poderá encontrá-lo!
E a nós, seus leitores e admiradores, fica a expectativa pelos seus anos 60, 70, 80, 90, e assim por diante, pois com certeza não faltarão a ele inspiração e boa vontade para compartilhar seus pensamentos e sua obra conosco. Vida longa ao poeta!
Escrito por palavras.abril às 22h27
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Perfeição da palavra
Alba Pires Ferreira – Porto Alegre – RS
Falar sobre o Doutor Nadir Silveira Dias não é fácil. Sua poliédrica formação intelectual, Jurista, Escritor, Poeta, Assessor Jub. de Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, Advogado, Presidente do Partenon Literário, Primeiro Presidente da FALA-RS, Fundação das Academias de Letras e Artes do Rio Grande do Sul, jurado da Associação Artística e Literária “A Palavra do Século XXI” ALPAS XXI, de Cruz Alta, a partir do IV Concurso Internacional de Poesias, Contos e Crônicas em Português e Espanhol; integrante das Coletâneas: Desafios, Entrelinhas; Coletânea Eros e outros Temas e Refúgio das Ventanias), Jurado dos concursos 10° e 12° Imagens de Quintana da Casa do Poeta Rio Grandense, Poeta del Mundo, e Cônsul do Rio Grande do Sul, e a sua respeitável produção literária, “ Locação de Imóveis”, comentada em Locuções e Verbetes, Direitos do Locatário versus “ Direitos do Locador”, “Rastros do Sentir” e “ Satírico & Afins, marcados pelo saber jurídico e pela dignidade luminar desse gigante da literatura brasileira.
Doutor Nadir Silveira Dias é capaz de brincar com as palavras para transmitir sua mensagem interior e deixar-nos por vezes, perplexos, emocionados, qual ocorreu comigo ao apreciar no Almanaque Gaúcho Zero Hora, suas poesias, em torno de mais ou menos trinta, entre as quais destaco:
Cala
Minha dor / Não fala
Cala / Não faz poesia
É obvia a limpidez e a qualidade Literária de sua escritura. Encerro aqui minhas considerações fraternais seladas com mais um poema da autoria do amigo Nadir:
Terno
Eu sou / é terno
Nada / mais!
Escrito por palavras.abril às 22h25
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3º lugar - Ufologia sim; fanatismo não...
Geraldo Hamilton de Menezes – Pompeu - MG
O ser humano sempre buscou no Universo a resposta para suas indagações sobre o desconhecido e imprevisível futuro da humanidade, na crença de que esses conhecimentos estão no plano metafísico. Aprisionado na abstração do medo e da insegurança, o homem não se conforma com a incerteza do que lhe é reservado após a morte biológica, pois a eternidade prometida pela maioria das religiões não o convence da existência da vida eterna, ficção teológica resultante da fé.
Mas ele acredita – sempre acreditou – que é no infinito dos espaços cósmicos que está a inteligência criadora e responsável por seu destino, nos planos físico e espiritual. Desse encadeamento de idéias e fértil imaginação, têm surgido seitas inspiradas em antigas profecias, cujos líderes e seguidores elegeram a ufologia mística como veículo de aproximação do Criador do Universo com suas criaturas. Entre nós brasileiros essas seitas avultam; são conhecidas aproximadamente duzentas, todas integradas por adoradores de seres alienígenas, “discos voadores” e de outros fenômenos não identificados como terrestres. Seus adeptos, numa cegueira total, não distinguem mais o culto a Deus da idolatria aos extraterrestres, que veneram como se fossem divinos.
Esse misticismo irracional que leva à idolatria do indefinido é o verdadeiro fanatismo que, quase sempre, predispõe quem dele sofre alucinações e perturbações psíquicas, com conseqüências imprevisíveis. O auto-extermínio – não faz muito tempo – de mais de quarenta seguidores da seita “Portão do Céu”, nos Estados Unidos, na convicção de que suas almas seriam recolhidas e enviadas ao céu por tripulantes (deuses?!) de uma nave espacial procedente da cauda do cometa “Hale-Boop”, é um fato que não deve cair no esquecimento da sociedade.
Como estudioso, por curiosidade, dos denominados objetos voadores não identificados, admito, sem temer críticas depreciativas, que já presenciei fenômenos que não puderam ser explicados por ufólogos verdadeiros, então presentes. Também já vi ufólogo (?) de reputação “pegar gato por lebre”. A ufologia, em seus diversos segmentos, precisa ser repensada, tratada a nível cientifico, apesar do desprezo da ciência por ela nos tempos atuais. O misticismo, por sua vez, deve ser combatido com seriedade, pois a maioria de seus adeptos padece da “síndrome do contactado”, aceitando o irreal como real.
Escrito por palavras.abril às 12h09
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Crônica
2º lugar – A humanidade a cada dia é menos digna
Condorcet Aranha - Joinville – SC
O que há com a humanidade? Cadê os sentimentos? Qual a razão da vida? Essas e muitas outras indagações deixam-me sem respostas.
Quando abordados por uma criança sem tratos, optamos por pensar que diante de nós está um delinqüente ou um menor infrator. Porque não nos toma, nesse momento, um sentimento piedoso, paciência para escuta-la ou a vontade para estender-lhe as mãos? – Dir-me-ão os estudiosos e sociólogos que são reflexos naturais da conjuntura atual de violência e insegurança. Pergunto: Quem as criou senão nós mesmos; como formar uma mentalidade sadia nessas crianças que, desde a mais tenra idade, carecem de amor dos pais e são atiradas impiedosamente às sarjetas, sob as vistas grossas de governos corruptos?
Imaginemo-nos nessa situação...
Ou debruçamos sobre o fato, para que num futuro muito próximo não tenhamos uma situação insustentável, cairemos num retrocesso das conquistas sociais e trabalhistas.
No Brasil, onde a dádiva do Onipotente fez sua morada, ofertando-nos cinco regiões geográficas, com riquezas as mais variadas como as matas, os mananciais hídricos, o urânio, o ferro, o ouro, as pedras preciosas e etc... Como justificar essa pobreza extrema, capaz de matar de fome nossas crianças?
A irresponsável concentração de rendas em mãos insensíveis, deixando a sociedade sem direitos elementares como a saúde, moradia, alimentação e cultura, são evidencias de improbidade administrativa. Enfrentar aos fatos contemporâneos é nosso dever e temos que faze-lo, caso contrário levaremos nos ombros, o peso da omissão. Distinguimos com a razão, devemos usa-la para melhorar as condições de vida e de equilíbrio biológico.
À humanidade cabe interagir com tudo e com todos e não vê-los como concorrentes ou competidores. O desafio à racionalidade que, Deus, sabiamente reservou para o homem, foi o de entender a vida, respeitar os demais seres e encontrar o equilíbrio capaz de sustentar a paz. Fugindo dessa realidade seremos reminiscências de um passado sem glória e sem história. Defender nossos filhos da saga dos interesses capitalistas e forças estrangeiras, que nos impõem hábitos e costumes sem a mínima ligação histórica ou folclórica é afasta-los das drogas e da criminalidade.
Escrito por palavras.abril às 12h09
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Crônica
1º lugar – Flores
Matusalém Dias de Moura – Iúma – ES
Não nego que gosto das flores. De todas, indistintamente. Desde a mais pálida florzinha de vassoura, empoeirada à beira do caminho, até a mais bela e encarnada rosa do canteiro principal do jardim, com as pétalas carregadas de sereno, reluzindo aos primeiros raios do sol, nas manhãs de primavera e poesia.
Nelas vejo uma insuperável manifestação de beleza, uma forte presença de Deus. Por mais que me esforce e tente, não consigo visualizar a natureza sem a presença das flores, pois é nelas que estão o colorido dos campos e a razão dos jardins, a delicadeza da vida e o enfeite do mundo...
Para mim, somente elas – as flores – têm o privilégio de dar alegria às borboletas, alimento aos colibris e a matéria-prima para o doce trabalho das abelhas. Também, particularmente, penso que sem elas tudo ficaria feio; a vida perderia o sentido; não haveria mais encantos sobre a terra, nem teria mais qualquer importância o brilho do sol. Todos os poetas se calariam...
Passar alguns instantes contemplando uma flor, acalenta os olhos, purifica a imaginação e alivia a alma. Faço isto de vez em quando, santificando-me um pouco, libertando-me das tensões.
Nelson Carneiro, o senador dos direitos da mulher, conta-nos em uma de suas crônicas, a emoção de uma senhora inglesa que recuperou a visão, perdida antes de completar o primeiro ano de vida. Conhecia o mundo pelo tato. E agora que a ciência lhe abria os olhos, tudo lhe parecia inferior ao que a sua imaginação criara, na longa noite da cegueira. Somente uma coisa superava a impressão que lhe transmitira a linguagem dos dedos: a flor. E se outros motivos não tivesse, bastaria esse para fazê-la acreditar em Deus.
Quando menino, aprendi, na escola e na igreja, que fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas. Hoje, adulto, depois dos quarenta, estou convicto de que se não tivesse escolhido a carreira jurídica como profissão, talvez fosse um feliz jardineiro, afofando a terra, plantando, regando e colhendo flores, às mancheias, para ofertar aos bons de coração, aos puros de espírito e pensamento limpo, aos humildes e justos, premiando a virtude e perfumando a justiça.
As flores não deixam o mal ir adiante, disse Maurice Druon, através de Tistu, o seu menino do dedo verde, são as cores do mundo, o perfume da vida.
Escrito por palavras.abril às 12h08
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